Exportações de carne do Brasil devem cair 10%, diz Perosa, presidente da Abiec
Segundo presidente da entidade, cenário atual aponta para queda nos embarques brasileiros em 2026 por causa de cotas da China
Segundo presidente da entidade, cenário atual aponta para queda nos embarques brasileiros em 2026 por causa de cotas da China
Um projeto de lei em tramitação causa preocupação no setor agropecuário gaúcho
A estimativa global para 2026 foi elevada para 13,81 milhões de toneladas em equivalente...
Segundo presidente da Abiec, fluxo comercial se manteve e a proteína do Brasil não compete...
O grupo percorre, desde a semana passada, a região com uma lupa sobre o sistema sanitário...
Agronegócio responde por cerca de 75% das vendas para a região
A detecção de dois surtos de febre aftosa na China pode favorecer uma eventual flexibilização nas salvaguardas aplicadas à importação de carne bovina por Pequim. A avaliação é de Lygia Pimentel, CEO da consultoria Agrifatto.
Um almoço comemorativo na Embaixada Brasileira no Chile celebrou a chegada da primeira carga de carne bovina com osso do Rio Grande do Sul no país vizinho. Três plantas da empresa Minerva Foods estão habilitadas para exportação ao Chile. A primeira carga, que foi comemorada no dia 27 após sua chegada ao país, saiu da unidade de Alegrete. Na carga, cortes como costela e osso buco.
O ritmo acelerado das exportações brasileiras de carne bovina para a China reacendeu a pressão do setor frigorífico sobre o governo federal para a criação de um mecanismo de controle dos embarques. Dados oficiais compartilhados pelo Ministério do Comércio (MOFCOM) e a Administração Geral das Alfândegas da China (GACC) indicam que 33,6% da cota anual já foi utilizada apenas no primeiro bimestre de 2026, cenário que preocupa empresas e entidades do segmento.
Cotas impostas pela China e tensões geopolíticas no comércio internacional devem exigir adaptação dos frigoríficos brasileiros e busca por novos mercados.
Os países do Oriente Médio ampliaram sua participação nas exportações de carnes do Rio Grande do Sul no início de 2026, em um momento em que a escalada das tensões na região gera incertezas sobre o fluxo do comércio internacional. Dados do setor indicam que o bloco respondeu por 12,3% das vendas externas gaúchas em janeiro, reforçando a relevância do mercado para a indústria local. Em 2025, a região respondeu por 8,8% das vendas externas gaúchas.
O agronegócio do Rio Grande do Sul, no quarto trimestre de 2025, movimentou US$ 4,5 bilhões em vendas externas — 74,4% do total exportado pelo Estado. Mesmo diante da retração de 6,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, influenciado
Os exportadores brasileiros de proteína animal já avaliam nova rotas para continuar com as exportações para o Oriente Médio após os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.